terça-feira, 5 de outubro de 2010

Nesse véu imundo das tuas palavras
Nesse negrume que paira a tua alma
Abrem-se as asas de um deus
Escondidas pelo nada.

Deus oculto, desaparecido
Renascido, grego
Esculpido pela perfeição
Isento o olhar,
Permanente ao ficar.

Atraindo sem esforço
Um abraço inesquecível
A doçura de um sorriso
Um ser imprevisivel.

E o melhor?
é que nao existe.
Porque o amor cega.

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