Quando a vida dá as suas voltas, eu volto-me com elas.
A insegurança e o medo pouco tempo têm para se expressar, mas a rapidez das consequências é tão prevista que o imprevisível se esconde na transparência do espírito. À água agradeço o rio de alívio criado pelo desejo de libertar a consciência. Ao fogo agradeço o calor da lucidez com que tomo a minha vida. Ao vento agradeço a frescura da inocência, a beleza da ingenuidade que me tornam assim, única para mim. Da terra um obrigado pela criação do novo, da vida do amor biológico do ser.
A mim lamento todos os erros cometidos, à música agradeço a fidelidade, a lealdade morta da sua vivacidade. Mundo! Mundo somos nós. A imaginação trata do resto.
Para sempre
Beatriz'
2 comentários:
Meu deus! TOPO!!!!
Sei do que falas linda ;D
Ando há uns dias para comentar este texto até que por uma «ultima» vez o li de novo. Perguntei me " há mais alguma coisa a dizer?"
A resposta é nao. Não há mais nada a dizer, deixas qualquer um sem palavras.
Continua !
Mee*
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