segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Quando a vida dá as suas voltas, eu volto-me com elas.
A insegurança e o medo pouco tempo têm para se expressar, mas a rapidez das consequências é tão prevista que o imprevisível se esconde na transparência do espírito. À água agradeço o rio de alívio criado pelo desejo de libertar a consciência. Ao fogo agradeço o calor da lucidez com que tomo a minha vida. Ao vento agradeço a frescura da inocência, a beleza da ingenuidade que me tornam assim, única para mim. Da terra um obrigado pela criação do novo, da vida do amor biológico do ser.
A mim lamento todos os erros cometidos, à música agradeço a fidelidade, a lealdade morta da sua vivacidade. Mundo! Mundo somos nós. A imaginação trata do resto.

Para sempre
Beatriz'

2 comentários:

Inês disse...

Meu deus! TOPO!!!!
Sei do que falas linda ;D

Anónimo disse...

Ando há uns dias para comentar este texto até que por uma «ultima» vez o li de novo. Perguntei me " há mais alguma coisa a dizer?"

A resposta é nao. Não há mais nada a dizer, deixas qualquer um sem palavras.

Continua !

Mee*