Quando nada faz sentido e a saída não se vê, há sempre alguém à espera de ver o nosso sorriso. Há sempre alguém que está lá para ver cair uma lágrima pela face mesmo que não queira, que ouve a minha música em silêncio. Por vezes, quando escolhemos o caminho «certo», descobrimos as consequências e mesmo assim continuamos. Agora, quando erramos e seguimos o sexto sentido dos sentidos, as voltas podem terminar numa linha infinita. A linha do futuro, dos laços que não quebram, do amor que não termina nunca mais, da estrada sem fim.
O medo de envergar é substituído pelo medo de cair. A pequena queda que sangra mais que uma hipotética avalanche de derrocada.
Por isso, vamos facilitar, mergulhemos os dois.
O medo de envergar é substituído pelo medo de cair. A pequena queda que sangra mais que uma hipotética avalanche de derrocada.
Por isso, vamos facilitar, mergulhemos os dois.
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